Não há mar profundo como o teu
Não há luar intenso como o teu que brilha em noites de conversas eternas
Não há sol ardente como aquele teu que ilumina um território obscuro
Não há vida como a tua vida,
não há.
Procurei, procurei, fui indo, até sei lá onde
e nada;
não encontrei.
Não encontrei ninguém como tu,
inocente criatura de beleza ofuscante,
ingénua figura mais escultural
do que
a obra do melhor artista de uma arte com arte,
diabólica alma de sentimentos transbordantes.
Nada é como tu,
ninguém vive como tu,
tu, sim tu mesma, és tudo.
Vê lá, tudo.
Sem mais caracteres, sem mais palavras, vírgulas, pontos ou parágrafos.
És tudo e não há mais nada para explicar, descrever ou desabafar.
És tudo,
mas mesmo tudo.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
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