A areia estava convidativa.
Deitamo-nos,
deitamo-nos a observar a lua.
Continuamos por ali,
horas e horas,
não queríamos sair.
Estávamos apaixonados,
apaixonados por uma lua divinal, irrecusável.
Aquela lua, aquela noite,
aquele brilho, aquele teu olhar,
oh como era bom,
como era bom o tempo parar.
Ali, no teu olhar,
ao luar.
sábado, 10 de janeiro de 2009
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